quinta-feira, 18 de setembro de 2014

PETRALHAS NA NET...


O mito da Revolução Francesa



Um dos grandes mitos modernos, forjados na fábrica de produção de mitos da intelligentsia “progressista”, é sobre o grande salto civilizacional dado pela humanidade após a Revolução Francesa, que teria imprimindo na psiquê humana as nobres idéias de liberdade, igualdade e fraternidade. Essa, sem dúvida, é uma das mais bem sucedidas fraude intelectual da esquerda moderna, repetida mimeticamente em nosso meio acadêmico por uma horda de doutrinadores (se preferir, pode chamar de professores) do ensino médio até a universidade.

Contudo, um exame mais apurado sobre as tais idéias políticas que nortearam a Revolução Francesa acaba por desfazer o mito, no solvente da crítica historicamente referenciada. Pois, “uma coisa é clara: a Revolução Francesa foi a primeira revolução totalitária, a mãe do totalitarismo moderno e o modelo espiritual que inspirou três revoluções: a fascista italiana, a nazista alemã e a comunista russa. Sendo um levante nacionalista-populista, foi liderada por uma vanguarda intelectual determinada a substituir o cristianismo por uma religião política que glorificava “o povo”, ungia a vanguarda revolucionária como seus sacerdotes e reduzia os direitos dos indivíduos. Como expressou Robespierre, “O povo sempre vale mais que os indivíduos ... O povo é sublime, mas os indivíduos são fracos”” (Goldberg).

Nesse exame mais detalhado sobre a revolução, não há como não começar por Rousseau, “que é, de longe, o teórico principal da democracia radical. É também o mais eminente entre os que atacaram a civilização” (Babbit, Democracia e Liderança). Dos vários intelectuais revolucionários que sucederam Rousseau, ele foi não só o mais importante, mas a gênese de toda uma teoria que marcou de forma indelével o espirito revolucionário moderno (seja no comunista marxista, no fascista italiano, no nazismo alemão ou no progressista americano). Suas idéias políticas estavam presentes em todas as teorias revolucionárias de esquerda como o amalgama simbólico que as formavam. Rousseau inaugurou o repudio revolucionário sobre essa delicada e fina membrana que chamamos civilização. O mito do bom selvagem é mais do que um símbolo de um novo olhar sobre a natureza humana, é o repudio por todos os árduos milênios necessários para o surgimento e a manutenção do mais fantástico empreendimento humano - a civilização!!

A simples, e equivocada, constatação sobre a natureza benevolente do homem e a opressão inata das instituições (que mantém erguida a civilização), é o referencial discursivo de todo e qualquer revolucionário moderno. Foi a “evocação mágica” (Voegelin) feita por Rousseau, de que as estruturas sociais são grilhões que oprimem a humanidade por todo o lado, que estimulou a insurreição revolucionária contra todos os sistemas de valores, filosóficos e culturais. Seja a idéia imantada na mentalidade marxista de que a ideologia é como uma roupagem camuflada para opressão do proletariado, o desprezo nazista pela moralidade burguesa ou mesmo a aversão de Mussolini pelos valores cristãos, todos esses esquemas de valores partem do pressuposto da total inutilidade do modelo civilizacional construído, e da necessidade de uma nova forma de organização social que permita os homens serem completamente livres.

O encanto de Rousseau pelo barbarismo desencadeou uma série de eventos políticos desintegradores do espirito humano, criou uma mentalidade de aversão aos esquemas de valores morais e sociais existentes, que controlavam o instinto humano e tornavam a convivência harmônica. A substituição da civilização, como elemento indispensável para a garantia da ordem contra a natureza humana caótica, estimulou uma série de ataques despreocupados contra as instituições e a sociedade. O mito cristão do pecado original e da falibilidade humana foi destituído, e com ele, toda uma deontologia política indispensável que visava manter a ordem - pois entendia que sem ordem (sem civilização) não seria possível uma sociedade -, e em seu lugar ergueu-se a ideia de que a luta contra a civilização seria uma luta em favor da liberdade e do bem, numa concepção estóica de logos natural que iria reger as relações humanas na modernidade.

Além disso, Rousseau inaugura uma substituição do papel da religião como elemento espiritual que liga os indivíduos numa sociedade, e em seu lugar funda um novo evangelho, como proclama Carlyle, “um evangelho para a irmandade em desacordo com qualquer dos quatro antigos evangelistas que conclamavam os homens para o arrependimento e a purificação da existência pecaminosa de cada um, a fim de que pudessem ser salvos; mas um evangelho, como frequentemente sugerido, segundo um novo evangelista Jean-Jacques, convocando os homens para que cada um reforme a existência pecadora do mundo como um todo, e sejam salvos pela promulgação da Constituição”. Ou seja, é na ideia rousseauniana que surge o mito moderno do revolucionário transformador do mundo, em que cada indivíduo seria um ser ungido capaz de propor mudanças melhores para essa decrépita e ultrapassada civilização. Foi ele que fundou a megalomania reformadora da esquerda.

Nesse turbilhão sentimental, onde todo homem é seu próprio norte moral, que o terror das distopias, reais, socialistas se instauram devido a total ausência de padrões morais de julgamento que orientassem os homens - pois “a falha da crítica em atingir qualquer centro de julgamento acima das impressões do indivíduo e do fluxo dos fenômenos da natureza é uma derrota para a própria civilização, e verdade, como tento mostrar, que a civilização depende em última análise da manutenção de padrões” (Babbit). Não atoa os regimes totalitários da esquerda (nazismo, comunismo e fascismo) foram responsáveis pelas mais desumanas e inimagináveis crueldades contra o espirito humano, bem como o genocídio de mais de 150 milhões de pessoas. Tal estado de indiferença moral, não seria possível sem os primeiros passos dados por Rousseau, na luta contra qualquer padrão civilizacional.

É também, na teoria rousseauniana que a propriedade deixa de ser um elemento em favor da liberdade e passa a ser uma forma de opressão humana; como ele ressaltava: “Com a invenção da propriedade, a igualdade desapareceu. O trabalho se fez necessário, e as vastas florestas se transformaram em risonhos campos que tiveram que ser aguados com o suor dos homens, nos quais a escravidão e a baixeza logo brotavam e cresciam com as safiras”. Em outras palavras, a propriedade privada é quem funda a escravidão, a miséria e a exploração. Essa aversão é repetida como dogma, até hoje, em qualquer patota revolucionária, e é um dos maiores elementos de ilusão que convoca uma turba de ressentidos e frustrados com sua própria displicência.

O culto fascista, nazista e comunista da ação e do progresso a todo custo, repousa teoricamente em Rousseau. A recusa em adotar qualquer razão, moralmente ordenada, como elemento ponderador e de cautela, resume-se na seguinte afirmação (de Rousseau): “Deixei de lado a razão e consultei a natureza, o mesmo que dizer, o sentimento interno que direciona minha crença independente de minha razão”. Nada mais revolucionário do que ignorar tudo em sua volta (até mesmo a razão), e se autoafirmar como seu próprio referencial, sendo mais importante agir do que pensar.

Além disso, foi em Rousseau que se originou o mito da vontade soberana das massas, ao mesmo tempo que dispensava os mecanismos da democracia por serem ineficazes e corruptos, já que, “praticamente não são necessários onde o governo é bem-intencionado”, disse Rousseau. “Os proselitistas do fascismo e do comunismo, na Europa e na América do século XX, assumiram como verdade axiomática que esses regimes prometiam ser mais democráticos do que a própria democracia. “O movimento” representava o Volk, o povo, a nação autêntica e sua missão providencial não natural. Mas a relevância da vontade geral parlamentar era corrupta, inautêntica, não natural. A ideia de uma vontade geral criou uma verdadeira religião secular a partir das tonalidades místicas do nacionalismo, uma religião na qual “o povo”, com efeito, adorava a si próprio” (Jonah G.). A mesma ideia se faz presente no proselitismo totalitário, disfarçado de participação popular petista, onde as instituições públicas não mais representam de forma eficaz o povo. Foi assim na Revolução Francesa, com a criação dos conselhos revolucionários; foi assim na União Soviética, com a criação dos Sovietes e foi assim na Itália fascista.

O profundo sentimento contra o cristianismo era a marca em Rousseau e da Revolução Francesa, e o mesmo se dava em Mussolini, Marx ou Hitler. A inauguração de uma mentalidade cética, em que qualquer noção de um Deus - além do deus-estado - era automaticamente censurada como um resquício opressor de uma moralidade atrasada. A religião passou a ser vista como uma entidade voltada para a opressão dos homens, e não como acalentador espiritual e um importante elemento de diminuição de tensão coletiva. Isso porque as idéias morais inatas as religiões espirituais eram um verdadeiro empecilho para o transformador de mundo, revolucionário, em que a lógica maquiavélica dos fins justificando os meios encontrava um ponto de tensão com a moral cristã.

Até mesmo o tal legado da liberdade e da igualdade é uma mentira. A idéia de liberdade remonta a Grécia helênica, dentro da concepção do estoicismo que todos os homens pertenciam ao mesmo cosmion, e portanto, eram iguais. Depois, a igualdade foi aprimorada pelo cristianismo primitivo e a noção agostiniana De Civitate Dei (Cidade de Deus), onde todos nós eramos irmãos e pertencíamos a mesma comunidade espiritual como iguais perante Deus. Até que, a idéia de igualdade chegou a teoria política medieval como produto preservado pelo cristianismo. Nessa jornada, longa, a Revolução Francesa não tem nenhum mérito, a não ser utilizar o símbolo da igualdade para cometer os mais indignos crimes e barbaridades. Já a liberdade, ela repousa, sua origem, numa concepção cristã de livre arbítrio, ofertado por Deus em concorrência com a ideia de igualdade no corpo celeste. A base para a teoria política da liberdade não é da revolução francesa, mas sim da teologia cristã; Voegelin faz essa regressão histórica de forma formidável, mostrando como o livre arbítrio foi fundamental para inserir o elemento da liberdade na teoria política ocidental.

Creio que Tocqueville estava completamente certo ao afirmar que, “Um príncipe absoluto teria sido um inovador menos perigoso. (...) inclino-me a crer que, realizada por um déspota, ela talvez nos tivesse deixado menos inaptos a nos tornarmos um dia uma nação livre, do que feita em nome da soberania do povo e por ele”. Essa abstração chamada povo, deu aos revolucionários o poder de cometer as mais impensáveis barbaridades e opressões.

A tragédia “revolucionária”




200 anos: 1789 – “Revolução Francesa”, 1989 – colapso do totalitarismo soviético e seus satélites da Europa do Leste.

Na citação a seguir Raimund Aron faz uma síntese comparativa entre a França ‘revolucionária’ e a Inglaterra:

A passagem do Ancien Régime para a sociedade moderna é consumada na França com uma ruptura e uma brutalidade únicas. Do outro lado do Canal da Mancha, na Inglaterra, o regime constitucional foi instaurado progressivamente, as instituições representativas advêm do parlamento, cujas origens remontam aos costumes medievais. No século XVIII e XIX, a legitimidade democrática se substitui à legitimidade monárquica sem a eliminar totalmente, a igualdade dos cidadãos apagou pouco a pouco a distinção dos "Estados" (Nobreza, clero e povo). As idéias que a revolução francesa lança em tempestade através da Europa: soberania do povo, exercício da autoridade conforme a regras, assembléias eleitas e soberanas, supressão de diferenças de estatutos pessoais, foram realizadas em Inglaterra, por vezes mais cedo do que em França, sem que o povo, em sobressalto de Prometeu, sacudisse as suas correntes. A "democratização" foi ali (em Inglaterra) a obra de partidos rivais.

(...) O Ancien Régime desmoronou-se (na França) a um só golpe, quase sem defesa. E a França precisou de um século para encontrar outro regime que fosse aceito pela grande maioria da nação.” RAYMOND ARON (1905-1983), in O ópio dos intelectuais



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Trecho do livro "A REVOLTA DE ATLAS"






Trecho do livro "A REVOLTA DE ATLAS", escrito por AYN RAND, publicado em 1957, denunciando a FALSIDADE dos chamados "movimentos sociais", como SEM TETO, MST, VADIAS e outros, instrumentalizados pela esquerda para promover o CAOS SOCIAL E FAVORECER A RAPINAGEM.
 

Leiam:
 

" - Escute, aquele tumulto,é dirigido..ordens da Capital....Não são funcionários seus,..não os seus...são os novos, os deles e...e um monte de marginais contratados para arruinar sua fábrica e destruir a siderúrgica...É uma tentativa de arrancar tudo que é seu...Por isso querem dar a impressão de que o sr está matando os trabalhadores de fome...e eles,estão enlouquecidos, e o sr não consegue controlá-los..Assim o governo terá que intervir para proteger o senhor ...Eles não queriam que o sr estivesse aqui agora, sr readen..não queriam que visse a "rebelião popular deles"...Depois, o sr sabe como eles falsificam provas,..não será divulgado nenhum relato verdadeiro...eles querem enganar o país e o senhor...Não os deixe ficar impunes...Fale para todo o país..o povo....Conte a verdade"
 

A REVOLTA DE ATLAS- volume 3 




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O TERRORISTA MUJICA É UM MILIONÁRIO





A esquerda romântica encontrou em Pepe Mujica um novo ídolo. Afinal, fica difícil aplaudir petistas e bolivarianos em geral como exemplos da postura espartana daqueles que rejeitam supostamente a ganância e a “ditadura” dos mercados consumistas. O presidente uruguaio, com aquele estilo molambo e as unhas sujas à mostra, fazia um estilo irresistível para os que cultuam o pobrismo – e nunca são os próprios pobres.

Mas vejam que interessante: o patrimônio do homem aumentou mais de 70% em apenas dois anos, e hoje ele já é praticamente um milionário! Ele teria, oficialmente, mais de R$ 700 mil acumulados em bens, em propriedade privada, o demônio para os comunistas. É uma quantia que despertaria a inveja de muito trabalhador por aí. Como conciliar isso ao estilo humilde do sujeito descolado que não liga para bens materiais?

É verdade que Mujica ainda pode ser visto como um pobretão, quase um miserável se comparado ao alto escalão do PT, com vários milionários, a começar por Lula, o ex-operário e “homem do povo”. Mas não pode ser tratado como “humilde” frente a milhões de brasileiros, que labutam de sol a sol para chegar ao final do mês com pouca dívida a pagar. Tratei do assunto em Esquerda Caviar:

Em A elegância do ouriço, Muriel Barbery usa uma das narradoras, uma menina muito inteligente de 13 anos, para descrever o desconforto com essa atitude [de ricos que enaltecem a pobreza, no caso sua mãe]. Elas moram em um endereço de luxo em Paris, repletas de conforto. Não obstante, sua mãe vive a pregar o socialismo, entre uma conversa e outra com suas plantas. E claro, mesmo depois de dez anos de terapia, ela ainda precisa tomar remédio para dormir…

O autor coloca na outra narradora da história, uma concierge humilde, porém extremamente culta, as palavras de desprezo em relação ao grupo de riquinhos mimados que tentam aparentar um estilo artificial de pobreza cool:

Se tem uma coisa que abomino, é essa perversão dos ricos que se vestem como pobres, com uns trapos que ficam caindo, uns bonés de lã cinza, sapatos de mendigo e camisas floridas debaixo de suéteres surrados. É não só feio mas insultante; nada é mais desprezível que o desprezo dos ricos pelo desejo dos pobres.

No entanto, basta frequentar uma faculdade privada para ver a quantidade de jovens que aderem a esse estilo “riponga”, com suas camisetas do Che Guevara, apenas para entrar depois em seus carros importados do ano. São os “revolucionários de Facebook”, que escrevem em seus perfis da rede social americana o quanto odeiam o sistema capitalista americano e o lucro que tornou o instrumento viável.

É fácil enaltecer o estilo de Mujica quando não se é pobre de verdade. Afinal, como sabia Joãozinho Trinta, quem gosta de pobreza é intelectual, já que pobre gosta mesmo é de luxo!

Rodrigo Constantino

Petralha defende corrupção - SÃO OS TAIS FINS JUSTICAM OS MEIOS





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O socialismo não deu certo em lugar nenhum

 


 
O socialismo não deu certo em lugar nenhum. Em todos os países onde foi implantado, gerou apenas genocídio e escravidão. Para justificar essa tragédia, os socialistas afirmam que as experiências marxistas anteriores, que resultaram nas maiores ditaduras da Humanidade, não eram realmente marxistas e socialistas. Ou seja, para essa gente, URSS não era socialista, Cuba não é socialista, Coréia do Norte, Vietnã, Camboja, nenhum era realmente socialista. Mas ELES são. NINGUÉM, antes deles, realmente compreendeu Marx. Lênin, Marcuse, Galeano, Adorno, Sartre, Brecht, Gorki, todos eles não compreenderam e deturparam Marx. Talvez até mesmo Marx e Engels deturparam Marx. Mas eles sim, compreenderam Marx e vão liderar - agora sim! - verdadeira revolução socialista. Nós só temos que confiar neles, dar dinheiro e poder a eles que, dessa vez (eles prometem), vai dar certo.
 


Diz o ditado que errar é humano, mas persistir no erro é burrice. Responda com sinceridade: é razoável tentarmos - mais uma vez - seguir o exemplo de "paraísos" como Angola, Benin, Congo, Etiópia, Moçambique, Somália, Nigéria, Sudão, Cuba, URSS, Venezuela, Alemanha Oriental, Camboja, Vietnã, China, Coréia do Norte, etc.?
Por que deveríamos confiar apenas nas palavras dos socialistas, nas suas boas intenções, sendo que a História revela que o socialismo legou à Humanidade uma pilha gigantesca de 100 milhões de cadáveres?
 


Se na prática o socialismo fracassou, tampouco sobrevive na teoria. Indicarei, a seguir, uma pequena lista de autores que corroboram o que digo. Reparem que trato de fatos e cito referências bibliográficas, não falo de opiniões e "achismos". Vamos lá:
Erik von Kuehnelt-Leddihn, Roger Scruton, Edmund Burke, Thomas Sowell, P. J. O'Rourke, Mário Ferreira dos Santos, Ludwig von Mises, Michael Oakeshott, Eric Voegelin, Nikolai Berdyaev, Vladimir Nabokov, Lew Rockwell, Vicente Ferreira da Silva, Alain Peyrefitte, Václav Havel, Alexis de Tocqueville, Vladimir Solovyov, Olavo de Carvalho, Roger Kimball, Xavier Zubiri, John Stossel, Eugen Rosenstock-Huessy, T. S. Eliot, Og Leme, Ayn Rand, Franz Rosenzweig, William F. Buckley Jr., G. K. Chesterton, Alain, Dana Loesch, Mendo Castro Henriques, Malcolm Muggeridge, Luis Lavelle, H. L. Mencken, Dennis Prager, Jeffrey Tucker, Milton Campos, Paul Johnson, Ben Shapiro, Russell Kirk, Miguel Reale, René Girard, Mortimer J. Adler, Marshall McLuhan, C. S. Lewis, Andrew Napolitano, Leandro Narloch, Bernard Lonergan, Frédéric Bastiat, Gerald Celente, Jorge Luis Borges, Hans-Hermann Hoppe, Og Leme, Andrew Breitbart, Bruno Garschagen, Lawrence H. Keeley, Stephane Courtois, Thomas DiLorenzo, Gustavo Corção, Orlando Figes, Gertrude Himmelfarb, Benedetto Croce, Viktor Frankl, Judith Reisman, Vilém Flusser, Hossein Nasr, George Santayana, Eugen von Böhm-Bawerk, Rodrigo Gurgel, Bertrand de Jouvenel, José Ortega y Gasset, Jesús Huerta de Soto, Andrzej Lobaczewski, Ron Paul, Leo Strauss, Mircea Eliade, Robert Murphy, Santi Romano, Ives Gandra da Silva Martins, Carl Schmitt, Thomas Woods, Carl Menger, José Piñera, Robert LeFevre, Heitor de Paola, Roberto Campos, Jean-Baptiste Say, Nicolás Gómez Dávila, David Horowitz, Humberto Fontova, Ann Coulter, Murray Rothbard, Peter Hitchens, Paulo Mercadante, Henry Hazlitt, Vladimir Bukovsky, René Guénon, Friedrich Hayek, Alexandre Soares Silva, A.-D. Sertillanges, Mario Vargas Llosa, Vladimir Tismaneanu, Dennis Miller, Steve Baldwin, Miguel Bruno Duarte, Earle Fox, Osvaldo de Meira Penna, Irving Babbitt, Charles E. Lindblom, Barry Goldwater, Irving Kristol, Jeane Kirkpatrick, Afonso d’Escragnolle Taunay, Daniel Bell, Robert Michels, Mikhail Sholokhov, Gaetano Mosca, David Hume, Adam Smith, José Guilherme Merquior, Boris Gulko, John Locke, Montesquieu, Isaiah Berlin, Yuri Maltsev, Gilberto de Mello Kujawski, Arnold Toynbee, Antônio Paim, Johan Huizinga, Christopher Dawson, Modris Ekstein, Bruno Tolentino, Michael Burleigh, Richard Landes, Andrew Roberts, Joaquim Nabuco, John Lukacs, John Keegan, Jacques Barzun, Percival Puggina, Niall Ferguson, Bernard Lewis, Kenneth Minogue, David Stove, Theodore Dalrymple, Leopold von Ranke, Eduardo Gianetti da Fonseca, J. R. R. Tolkien, Nikolay Karamzin, Samuel Taylor Coleridge, François de Chateaubriand, Mário Vieira de Mello, Robert Nisbet, Milton Friedman, Alberto Oliva, John Henry Newman, Werner Sombart, F. W. Maitland, Raymond Aron, W. H. Mattlock, Karl Popper, Jean Sévillia, Julien Benda, Leszek Kolakowski, Rush Limbaugh, Ricardo Velez Rodriguez, James M. Buchanan, Walter Block, Alexander Solzhenítsyn, Ludwig Lachmann, Ângelo Monteiro, Peter Kreeft, Paulo Francis, François Guizot, Nelson Rodrigues, Peter Schiff, Jean-Pierre Faye, Arthur Koestler, Paulo Ricardo de Azevedo, Matt Drudge, Joseph de Maistre, Rivarol, Pat Buchanan, Samuel P. Huntington, Konstantin Leontiev, Wilton D. Alston, Walter Williams, Michelle Malkin ou, sei lá, Dennis Miller.
De nada.
(Créditos à ENORME paciência para compilar os nomes dessa lista ao amigoFlavio Morgenstern)


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LEWANDOWSKY INTERFERIU EM PARECERES DE AUDITORES

 
 


LEWANDOWSKY INTERFERIU EM PARECERES DE AUDITORES PARA ACOBERTAR IRREGULARIDADES DE DILMA E DO MENSALÃO, DENUNCIA ‘VEJA’

O TSE SUMIU COM OS PARECERES TÉCNICOS QUE SUGERIRAM A REPROVAÇÃO DAS CONTAS DO PT NA ÉPOCA DO MENSALÃO E DA CAMPANHA DE DILMA EM 2010, isso aconteceu por determinação do ministro Ricardo Lewandowsky. Quando todos os holofotes estavam focados no julgamento dos mensaleiros, aconteceu um DEPOIMENTO AVASSALADOR PARA O PT, feito por um auditor de contas, que disse ter sido destacado em 2010 para avaliar as contas do PT relativas à 2003, ANO EM QUE OS CORRUPTOS DO PT, comandados por José Dirceu, começaram a SUBORNAR O CONGRESSO FEDERAL COM PROPINAS PARA COMPRAR APOIO POLÍTICO PARA O GOVERNO LULA. “Havia farto material que demonstrava que A CONTABILIDADE DO PT ERA SIMILAR AO DE UMA ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA”. O parecer sumiu e as contas do MENSALÃO acabaram sendo aprovadas.
 
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Ela tém muito a dizer....



 
 
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BEM FEITO...







Mathew Miller, um esquerdopata americano, teve a coragem de fazer o que seus colegas de seita brasileiros não fazem: viajou até a Coréia do Norte e pediu asilo no país comunista. Rasgou seu visto e disse que estava ali para ficar, pois queria viver a experiência comunista.


Como prêmio, começou a receber imediatamente o tratamento que pessoas que vivem em países comunistas recebem constantemente: foi preso, julgado sumariamente sem nem ao menos saber quais eram as acusações além de "atos hostis", condenado a seis anos de trabalhos forçados, algemado e carregado para o campo de reeducação, onde poderá agradecer todos os dias a Marx e seus discípulos por terem enfiado tanto estrume ideológico na sua cabeça.

Agora poderá fazer a luta de classes enquanto dá duro seis dias por semana na lavoura, sob a mira de armas e a ameaça de um chicote no lombo.

Um perfeito idiota, claro, mas convenhamos, muito mais digno do que Chicos Buarques, Josés de Abreu, Wagners Mouras e o resto dessa malta de bestas do PSOL,PC do B, etc., que ao contrário de Mathew defendem as atrocidades socialistas-comunistas, só que no lombo dos outros.

Fica já a sugestão para os marxistas farofeiros e socialistas de galinheiro do Brasil: peçam asilo para a Coréia do Norte, fujam do horror capitalista e vão passar uma temporada no Gulag, aquele resort vermelho all inclusive: fome, tortura, autoritarismo e trabalho duro em troca de pão e água.



A falácia mais ridícula e comum de todos os tempos: "Nunca houve socialismo real!

A falácia mais ridícula e comum de todos os tempos: "Nunca houve socialismo real! Eles deturparam Marx". Ah sim, na Coreia do Norte, China, Camboja, Vietnã, Benim, Kampuchea, URSS, Polônia, Hungria, Bulgária, Romênia, Alemanha, Angola, Congo, Somália, Etiópia, Iugoslávia, Iêmen, Moçambique, Gana, Guiné Bissau, Uganda, Senegal, Mongólia, Nicarágua, Cuba, Venezuela, Bolívia etc... A segunda falácia mais ridícula e comum de todos os tempos: "O capitalismo arruinou nações, criou fome, guerras, desemprego e pobreza". Ah sim, na Suíça, Irlanda, Bélgica, Dinamarca, Austrália, Canadá, Nova Zelândia, Hong Kong, Singapura, Macao, Coreia do Sul, Chile, Mauricius, Luxemburgo, Noruega, Mônaco, Áustria, Finlândia, Taiwan...

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VOTA NA DILMA TROUXA!!



ALGUMAS REALIZAÇÕES DO GOVERNO LULA – DILMA

1- Porto no Uruguai: US$ 2,6 bilhões;
2- Perdão de dívidas de 12 países africanos: US$ 950 milhões;
3- Rombo na Petrobras e na Eletrobras: US$ 100 bilhões;
4- 39 Ministérios para cabide de emprego dos petistas: US$ 58 bilhões;
5- Metrô na Venezuela: US$ 1,5 bilhão;
6- Refinaria de petróleo no NE para refinar petróleo só da Venezuela: US$ 2,5 bilhões;
7- Copa do Mundo: mais de R$ 30 bilhões;
8- Porto de Mariel em Cuba: US$ 2,5 bilhões;
9- Hidrelétrica na Nicarágua: US$ 2,3 bilhões;
10- Prejuízos com atrasos de obras do PAC: R$ 28 bilhões (só em 6 projetos);
11- Prejuízo com o negócio malfeito de Pasadema: US$ 1,18 bilhão;
12- Rodovias para escoar a produção de coca na Bolívia: US$ 333 milhões;
13- Doação em 2012, aos países africanos, Etiópia, Malawi, Moçambique, Níger e Senegal, para a compra de alimentos produzidos na própria região, informou a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO): US$ 2, 375 bilhões





PERGUNTA PARA LUCIANA GENRO

 
 
 
 
"Para o advento do socialismo é preciso exterminar povos e nações." Marx deturpou Marx?

pergunta para luciana genro


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quarta-feira, 17 de setembro de 2014

REPÚBLICA DO COMPADRIO




As 3 construtoras envolvidas em esquemas de corrupção da Petrobras doaram juntas cerca de R$ 36 milhões para campanha de Dilma.
As doadoras em assunto são Andrade Gutierrez, UTC e OAS, indicadas pelo homem bomba da Petrobras, Paulo Roberto Costa, ex diretor da estatal, como envolvidas em pagamentos de propina para conseguirem contratos com a estatal.


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ESTÁ ACABANDO O DINHEIRO



METADE DAS EMPRESAS BRASILEIRAS ESTÃO ENDIVIDADAS
 

Dilma e sua gestão desastrada, "quebra" empresas e consequentemente, reduz empregos...... Ou na lógica petralha acontece o contrário? Quanto mais empresas endividadas, o emprego aumenta?

O número de empresas com dívidas em atraso bateu recorde em julho deste ano, segundo levantamento inédito da Serasa Experian.
 

O estudo aponta que 3,57 milhões de empresas têm dívidas em atraso e, por isso, tiveram o nome incluído na lista de inadimplentes. O número é maior do que o verificado em julho de 2013, quando foram registrados 3,28 milhões.  

E MAIS

É impressionante. O Serasa acaba de divulgar que 57 milhões de brasileiros estão com dívidas em atraso e, com isso, inabilitadas para contratar crédito. Não é à toa que os índices de vendas do comércio, o que reflete diretamente na indústria, estão em estrepitosa queda. É mais uma herança maldita dos governos petistas de Lula e Dilma.




Para evitar que o partido e suas principais lideranças sejam arrastados ao epicentro do escândalo da Petrobras justamente às vésperas da eleição presidencial, a legenda comprou o silêncio de um grupo de criminosos — e pagou em dólar



Desde que estourou o escândalo da Petrobras, o PT é vítima de uma chantagem.

De posse de um documento e informações que comprovam a participação dos principais líderes petistas num desfalque milionário nos cofres da estatal, chantagistas procuraram a direção do PT e ameaçaram contar o que sabiam sobre o golpe caso não fossem devidamente remunerados.

Às vésperas da corrida presidencial, essas revelações levariam nomes importantes do partido para o epicentro do escândalo, entre eles o ex-presidente Lula e o ministro Gilberto Carvalho, um dos coordenadores da campanha de Dilma Rousseff, e ressuscitariam velhos fantasmas do mensalão.

No cenário menos otimista, os segredos dos criminosos, se revelados, prenunciariam uma tragédia eleitoral. Tudo o que o PT quer evitar. Dirigentes do partido avaliaram os riscos e decidiram que o melhor era ceder aos chantagistas — e assim foi feito, com uma pilha de dólares.

O PT conhece como poucos o que o dinheiro sujo é capaz de comprar. Com ele, subornou parlamentares no primeiro mandato de Lula e, quando descoberto o mensalão, tentou comprar o silêncio do operador do esquema, Marcos Valério. Ao pressentir a sua condenação à prisão, o próprio Valério deu mais detalhes dessa relação de fidelidade entre o partido e os recursos surrupiados dos contribuintes.

Em depoimento ao Ministério Público, ele afirmou que o PT usou a Petrobras para levantar 6 milhões de reais e pagar um empresário que ameaçava envolver Lula, Gilberto Carvalho e o mensaleiro preso José Dirceu na teia criminosa que resultou no assassinato, em 2001, do petista Celso Daniel, então prefeito de Santo André. A denúncia de Valério não prosperou. Faltavam provas a ela.

Não faltam mais. Os dólares serviram para silenciar o chantagista Enivaldo Quadrado, ele próprio participante da engenharia financeira do golpe contra os cofres da maior estatal brasileira — e agora o personagem principal de mais uma trama que envolve poder e dinheiro.

Quadrado deu um ultimato ao tesoureiro do PT, João Vaccari Neto: ou era devidamente remunerado ou daria à polícia os detalhes de documento apreendido no escritório do doleiro Alberto Youssef.

O documento era um contrato de empréstimo entre a 2 S Participações, de Marcos Valério, e a Expresso Nova Santo André, de Ronan Maria Pinto.

O valor desse contrato é de 6 milhões de reais, exatamente a quantia que Valério dissera ao MP que o PT levantara na Petrobras para abafar o escândalo em Santo André. É esse o contrato que prova a denúncia de Valério.

É esse o contrato que, em posse de Quadrado, permitia ao chantagista deitar e rolar sobre os petistas.



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Marina dá um direto nas fuças da anta. Selvagem essa morena!



Madame Roussef, nascida em berço de ouro, obesa desde a infância, hoje uma pera gigante ou uma rolha de poço conforme a interpretação de usos, poderia dormir sem essa:
 

“Dilma, você fique ciente. Não vou lhe combater com suas armas; vou lhe combater com a nossa verdade. Tudo o que minha mãe tinha para oito filhos era um ovo e um pouco de farinha e sal com umas palhinhas de cebola picadas. Eu me lembro de ter olhado para o meu pai e minha mãe e perguntado: ‘Vocês não vão comer?’ E minha mãe respondeu: ‘Nós não estamos com fome’. Uma criança acreditou naquilo. Mas depois entendi que eles há mais de um dia não comiam”.
 

A reação de Marina foi num discurso em Fortaleza, dia 12, passado, mas só nesta terça-feira foi editado no seu programa eleitoral. Pegou na jugular da fabricante de dossiês, da mentira institucional ambulante, da poderosa que nomeou Paulo Roberto Costa, agora seu delator, para um dos maiores roubos da história republicana.

Essa apropriação do bolsa família, que a rigor é o único filão confiável de eleitores do PT, que em 2012 fez apenas 27 milhões de votos, fez João Santana radicalizar na boataria contra adversários e no terror aos beneficiários dos programas-esmola do Regime Lula.


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R$ 100 mil por um lugar à mesa com Marina.

 
 
 



R$ 100 mil por um lugar à mesa com Marina.
Candidata do PSB participou ontem de um jantar com banqueiros e investidores nacionais; cada um teve de pagar R$ 100 mil para sentar à mesa com a candidata do PSB, o Partido Socialista Brasileiro; oferecido por Florian Batunek, da empresa de investimentos Constellation, o encontro contou com as presenças de nomes como José Berenguer, do JP Morgan, Luiz Stuhlberger, do Credit Suisse, José Roberto Moraes, do Grupo Votorantim, Ana Maria Diniz, ex-Pão de Açúcar, Tito Alencastro e Anis Chacur do Banco ABC, Andrea Pinheiro, do BR Partners, e Jair Ribeiro, do Indusval; tesoureiro de Marina, Álvaro de Souza (ex-Citibank) justificou o preço de R$ 100 mil alegando ser necessário financiar "a luta de David contra Golias"; segundo os presentes, Marina Silva, que promete independência do BC e o fim do modelo de partilha no pré-sal, foi aprovada "com louvor. Esta nota é do site www.brasil147.com.br



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Justiça proíbe IstoÉ de vincular governador a ex-diretor da Petrobras; revista será recolhida



Christh Lopes*

A edição da última semana da revista IstoÉ revelara novos nomes apresentados na delação premiada do ex-diretor de Abastecimento da Petrobrás Paulo Roberto Costa. Colaborando com as investigações sobre casos de corrupção na estatal, o executivo teria citado diversos políticos como integrantes de um esquema ilegal. Entre eles, estaria o atual governador do Ceará Cid Gomes.
 
Segundo Consultor Jurídico, a juíza Maria Marlene Maciel Queiroz determinou que a publicação fosse impedida de circular e, se distribuída, que seja recolhida. Ela tenta impedir que a semanal “veicule fatos desabonadores” ao político, que alega não ter participado de quaisquer atos ilícitos. Em petição sobre o caso, ele afirma que as informações que a revista teve acesso são falsas.

Cid Gomes teria tomado a decisão de ir à Justiça depois de receber um e-mail da IstoÉ informando o que seria publicado a seu respeito. “Obtivemos novos nomes citados pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa em seu depoimento de delação premiada. O nome do governador Cid Gomes integra a lista de autoridades que, segundo Costa, recebiam favorecimento financeiro e participavam da rede de tráfico de influência investigada no âmbito da Operação Lava Jato [da Polícia Federal]”.

Em seguida, há duas perguntas na suposta mensagem enviada ao político. “O governador tinha relações próximas com Paulo Roberto Costa?” e “diretórios partidários liderados por Cid Gomes receberam recursos de empreiteiras envolvidas no esquema da Lava Jato?”. 

 Censura judicial

Na avaliação da magistrada, “o autor encontra-se na iminência do perigo de ver o seu nome envolvido em uma situação cuja futura ação apreciada pelo Poder Judiciário, ante ser notório que os fatos ainda estão em fase de investigação tramitando em segredo de Justiça”, afirma.

Representando a editora Três Editorial, responsável pela publicação da IstoÉ, o advogado Alexandre Fidalgo diz que tomará todas as medidas cabíveis para reverter a situação.

IMPRENSA apurou que a revista vai recorrer da decisão e que quaisquer declarações sobre o tema podem prejudicar a publicação. O fato é que quando a liminar chegou à editora, a edição já havia sido distribuída.

A ação é vista pela Editora Três como censura, pois quem está sob o regime de sigilo judicial não seria a equipe de jornalismo que fez a matéria, mas sim o ex-diretor da estatal que fez a delação premiada. Entre as medidas que serão tomadas pela publicação está uma ação para tentar derrubar a determinação que faz com que o processo tramite em segredo de justiça. 

A reportagem com o título “No rastro do dinheiro da Propinobrás” procura esclarecer ao leitor o processo de delação premiada e as investigações que apontam um esquema na estatal. A Polícia Federal apura se houve eventuais crimes na empresa. 

O texto aponta que Cid Gomes foi citado pelo delator e que teria negociado com ele a instalação de uma minirrefinaria no Ceará. O projeto seria apenas um artifício para a lavagem de dinheiro por meio de empresas fictícias. A IstoÉ ouviu o governador, que negou as acusações. 

QUERO MORAR NA PROPAGANDA DO PT



 

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